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NOTÍCIAS 03/03/2016

Liraglutida é aprovada como tratamento auxiliar para o controle do peso em adultos


29 de fevereiro de 2016

A Anvisa aprovou o registro do medicamento Saxenda (liraglutida) para controle crônico de peso, em associação a uma dieta baixa em calorias e aumento de exercício físico. O registro foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (29).

A indicação de uso da formulação é para adultos com Índice de Massa Corporal (IMC) de:
- 30kg/m² ou maior (obeso) ou;
- 27kg/m² ou maior (sobrepeso) na presença de pelo menos uma comorbidade relacionada ao peso, como disglicemia (pré-diabetes e diabetes mellitus tipo 2), hipertensão arterial, dislipidemia ou apneia obstrutiva do sono.

A liraglutida é um agonista do receptor do peptídeo semelhante ao glucagon 1 humano acilado (GLP-1). O GLP-1 é um regulador fisiológico do apetite e da ingestão de calorias e o seu receptor (GLP-1R) está presente em várias regiões do cérebro envolvidas com a regulação do apetite.

A Agência esclarece que a segurança do produto continuará sendo monitorada com estudos pós-comercialização, que estão em andamento.

Fonte: ANVISA

 

COMISSÃO VOTA HOJE UNIFICAÇÃO DO ICMS

A Comissão Especial da Reforma Tributária se reunirá hoje para apresentação, discussão e, se possível, votação do relatório do deputado André Moura (PSC-SE).

Uma das novidades da proposta é a criação de fundo constitucional para compensar eventuais perdas dos estados com a unificação do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Se aprovada, a proposta será levada a votação em plenário, dentro de 30 dias, pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Do contrário, o peemedebista quer levar à decisão alguns pontos que possam ter o mínimo de consenso. "O Parlamento vai contribuir para a retomada da atividade econômica, agindo em consonância com a sociedade", afirmou Cunha. Ele também quer agilizar a discussão de propostas sobre a reforma da Previdência e a respeito da exploração de petróleo na camada pré-sal.

Os defensores da proposta afirmam que a unificação do ICMS poderá encerrar a "guerra fiscal", que envolve vantagens tributárias oferecidas pelos Estados para atrair investimentos privados, e validar incentivos fiscais considerados ilegais pelo Supremo Tribunal Federal.

Antecipado pelo presidente da comissão, deputado Hildo Rocha (PMDB-MA), o parecer de Moura prevê a criação do Fundo de Equalização de Receitas para nenhum estado perder. "Isso vai sair dos recursos do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), do Imposto de Renda", disse o comandante do colegiado.

Para Rocha, caso a proposta seja aprovada, ela poderá simplificar a arrecadação tributária, diminuir o efeito regressivo em que os mais pobres pagam mais impostos, - e fazer uma justiça fiscal, acabando com o acúmulo de tributos ao longo da cadeia produtiva.

Segundo o presidente da comissão, ainda existe oposição à unificação do ICMS. Ele garante, porém, que a maioria dos estados apoia a medida. "Alguns estados da região Centro-Oeste se colocam contra o fim da 'guerra fiscal', contra a legislação única para este tributo, que é um dos mais complexos que nós temos", disse.

Repatriação e medo

Não há consenso nem no governo nem na oposição sobre a melhor proposta de Reforma Tributária. Parte da oposição acha mais adequado usar parte da verba que entrará no País por meio de legislação recentemente aprovada no Congresso e sancionada pela presidente Dilma Rousseff a respeito da repatriação de recursos enviados ilegalmente ao exterior.

Segundo o deputado Alfredo Kaefer (PSDB-PR), o governo não está de acordo com essa possibilidade.

"Esse dinheiro da repatriação de recursos seria para isso também, mas o governo não quer. Ele quer o dinheiro só para ele. E aí? Quem vai ganhar essa briga? Há muita discussão ainda", comentou Kaefer.

Para o parlamentar, para acabar com a "guerra fiscal", ou seja, proibir os incentivos fiscais e isenções do ICMS dos estados em cima de uma nova legislação, será necessário a criação de um fundo constitucional para compensar.

"Eu acho o ideal seria termos uma lei maior que acabasse com a isenção fiscal ou que os estados arcassem diretamente com cada isenção que deu em seu estado. Isso quer dizer, cada governador pagaria sua conta. Em minha opinião, não é o ideal criar um fundo onde todos os estados vão pagar para privilegiar os que tiraram o ICMS de suas empresas. Temos que pensar bem", argumentou.

Kaefer disse não ser plenamente favorável à criação do novo fundo porque existem alguns temas que devem ser discutidos primeiro.

"Quem vai colocar o dinheiro neste fundo? Se forem os próprios estados que deram o benefício fiscal, acho correto. Mas não acho justo que o estado que não concedeu este benefício às suas empresas ajude o fundo. Cada um age com o seu", afirmou para completar que a criação deste fundo é questionável.

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ), relator na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) de proposta de mudança no sistema tributário, disse que é preciso enterrar de vez a "guerra fiscal". "Muitos investimentos ficam travados por conta da insegurança por parte das empresas", afirmou.

Veículo: Jornal DCI

 

FINI ENTRA PARA O SEGMENTO FARMA E LANÇA FINI NATURAL SWEETS  

 

Fevereiro de 2016. 

 

 

A Fini, uma das maiores fabricantes de guloseimas do mundo, acaba de entrar em um novo segmento de mercado e estará presente, a partir da agora, também no canal Farma com o lançamento de uma gama de produtos voltados ao bem-estar. 

A linha, batizada com a nova marca “Natural Sweets”, foi criada para atender as necessidades de consumidores que buscam uma alimentação equilibrada, mas que não abrem mão do prazer e da indulgência, uma tendência crescente no mercado brasileiro, em tempos de dietas radicais.  

Os produtos da linha Fini Natural Sweets possuem características especiais e foram desenvolvidos aliando a inovação à expertise da Fini na confecção de guloseimas, como as balas de gelatina, carro-chefe da empresa, sem perder o DNA de sabor e diversão. 

Fini Natural Sweets é composta por oito diferentes produtos, cada um com uma característica especial: Colágeno, Fibras, Vitamina C, Mel e Limão, Ômega 3, Menta, Diet e Chicle sem açúcar.  

“Atenta à movimentação do mercado, a Fini está em constante evolução em relação ao desenvolvimento de novos produtos. Nosso objetivo com os produtos “Fini Natural Sweets” foi desenvolver uma linha que entregasse o DNA Fini de sabor e diversão, alinhado com as tendências atuais de bem-estar. Essa é a grande aposta da empresa para este ano. ”, afirma Flavia Glasser, Diretora de Marketing da Fini. 

                                                   

 

Os oito itens da linha Fini Natural Sweets podem ser encontrados em embalagens de 18 gramas cada – uma embalagem prática para consumo on-the-go, em qualquer lugar.                  

 

Sobre a Fini

 

De origem espanhola desde a década de 70, a FINI faz parte do Grupo Sánchez Cano, líder multinacional no mercado de Balas de Gelatina, Marshmallows, Regaliz e Chicles. Com presença mundial em 180 países, conquistou a posição como uma das principais produtoras de guloseimas da Europa. Com um DNA que busca surpreender seus consumidores, teve origem artesanal e hoje se expande por todo o varejo do Brasil.       

 

Fonte: Fini Guloseimas

 

 

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