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NOTÍCIAS 09/05/2016

Anvisa suspende lotes de antisséptico


6 de maio de 2016

A Anvisa determinou a suspensão da distribuição, da comercialização e uso dos lotes R1503226, R1503227 e R1503228 do medicamento Digliconato de Clorexidina 2%, 100 ml, marca Riohex. O produto é fabricado pela Indústria Farmacêutica Rioquímica Ltda.

A empresa, voluntariamente, comunicou à Anvisa o recolhimento do produto após verificar a  alteração  da cor dos lotes citado.

A Agência determinou que a  empresa promova o recolhimento das unidades  existentes  no mercado.

A medida está na Resolução RE 1.137/2016, publicada sexta-feira (06/5), no Diário Oficial da União (DOU).

Fonte: ANVISA

 

Complemento alimentar sem registro é suspenso


4 de maio de 2016

A Anvisa determinou a suspensão da fabricação, distribuição, comercialização, divulgação e uso de Tribbullus Terrestris - Complemento Alimentar,  60 cápsulas, 500 mg, supostamente fabricado pela empresa Natuvida é Saúde Produtos Naturais.

O produto não tem registro na Agência nem a empresa possui Autorização de Funcionamento. Por isso, as unidades existentes no mercado deverão ser recolhidas e inutilizadas.

A medida está na Resolução RE 1.133/2016, publicada quarta-feira (4/5), no Diário Oficial da União (DOU).

Fonte: anvisa

 

Brasil sedia, pela primeira vez, reunião de autoridades reguladoras


6 de maio de 2016

O painel internacional “Desafios enfrentados pelas autoridades reguladoras e esforços para superá-los” foi a atividade do segundo dia da VIII Reunião das Autoridades Reguladoras Nacionais de Referencia Regional (ARNr), encontro realizado pela primeira vez no Brasil, na manhã desta quarta-feira (4/5), no auditório da Anvisa.

As Autoridades Reguladoras Nacionais de Referência Regional (Arnr), definidas por critérios firmados pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), compõem um bloco formado pela Anvisa, Health Canada, Confepris (México), Invima (Colômbia), Anmat (Argentina) e Cecmed (Cuba). O FDA (Estados Unidos) se encontra atualmente em processo de avaliação pela Opas e, tão logo seja finalizada a avaliação, deixará se ser observador e passará a integrar a iniciativa.

Nesta oitava reunião da ARNr foram discutidos, entre outros temas, a elaboração de projetos relacionados às boas práticas regulatórias, vigilância pós-comercialização e atividades de fiscalização, autorização, registro e licenciamentos de produtos e estabelecimentos, dispositivos médicos e relação com outras iniciativas globais de harmonização e convergência regulatórias para serem implementados dentro da Rede Pan-Americana de Harmonização Farmacêutica, a Rede Parf/Opas. Além disso foram discutidos resistência antimicrobiana, desabastecimento de medicamentos e medicamentos para cuidados paliativos.

No primeiro bloco do painel internacional, o representante da Opas, Jose Pena, abordou a avaliação de capacidades como instrumento de cooperação internacional. E Javier Cruz (Invima) descreveu o esforço do governo da Colômbia para criar uma política farmacêutica.

“Os preços dos nossos medicamentos não estavam sujeitos a nenhuma forma de controle”, contou Javier Cruz. “Custavam três vezes o preço praticado nos países europeus e foi necessário remover barreiras que impediam a concorrência e fomentavam a elevação dos preços”.

Ariel Arias, da Health Canada, disse durante sua apresentação que “agências reguladoras que decidem de forma diferente, tendo à mão o mesmo pacote de dados, de informação, não cometem erros, apenas tomam a decisão que melhor se ajusta às variáveis que são a sua realidade”.

No segundo bloco, o representante do FDA, Philip Budashewit, falou sobre convergência regulatória. Como exemplo, ele comparou seu país, os Estados Unidos, ao Canadá. “São sistemas de saúde muito diferentes, apesar da proximidade geográfica, mas isso não significa que não possamos caminhar para a convergência em muitos aspectos”.

Julio Sanchez, da Confepris, explicou como foi adotada a introdução dos medicamentos genéricos no México, a partir de uma política deflagrada pelo governo daquele país em 2010, a partir de uma decisão de sua Suprema Corte em relação ao respeito às patentes. “A diferença média de preço do genérico em relação ao medicamento de referência hoje é de 60%, o que tem extraordinário impacto nas compras públicas”.

Confira as apresentações:

Opas - Jose Pena Ruz

Cofepris -Julio Sánchez y Tépoz

FDA -Philip Budashewithz

Health Canada - Ariel Arias

Invima - Javier Gusmán Cruz

Cecmed-Rafael Pérez Crsitiá

Anvisa - Jarbas Barbosa

Fonte: ANVISA

 

Anvisa suspende radiofármaco importado sem registro


5 de maio de 2016

A Anvisa determinou a suspensão da importação, da distribuição, da comercialização e do uso do radiofármaco Stamicis. O medicamento é fabricado pela empresa CIS Bio Internacional e importado pela Medstar Importação e Exportação Ltda.

A Agência suspendeu o produto após constatar a inexistência de registro, notificação ou cadastro do medicamento na Anvisa pela empresa importadora.

A medida está na Resolução RE 1.036/2016, publicada quinta-feira (5/5), no Diário Oficial da União (DOU).

A norma prevê, ainda, que a empresa  Medstar Importação e Exportação Ltda promova o recolhimento do  produto existente  no mercado.

Fonte: ANVISA

VENDA DE ITEM PARA BELEZA DEVE RECUAR NESTE ANO

O mercado de beleza, apesar de mais resiliente, também sofre com os efeitos da crise econômica. A conclusão é de estudo do serviço de assinatura Glambox, que mostra que 24% das brasileiras devem diminuir seus gastos com o segmento, enquanto 52% devem dispender quantias iguais às do ano passado.

Cerca de 46% das entrevistadas afirmaram a pretensão de restringir seus gastos ao "essencial", enquanto 18% pretende ficar mais atentas à promoções. Em 2015, os gastos mensais de 60% das mulheres ouvidas pela Glambox ficaram entre R$ 51 e R$ 200. "Os resultados foram interessantes e poderão ser usados pelas marcas para o planejamento de ações de marketing no futuro. Além disso, demonstra que mesmo com a crise, existem certos cuidados dos quais as mulheres não abrem mão. A pele do rosto é um exemplo", afirmou, em comunicado oficial, Flora Singer, diretora comercial da Glambox.

Em relação à chamada "cesta básica de beleza", 58% das entrevistadas responderam que não deixarão de comprar produtos para cuidados com os cabelos; 57% não devem abrir mão de maquiagem; 56%, de produtos para limpeza facial; e 51%, de perfumes. "Descobrimos com a pesquisa que, mesmo com a necessidade de conter gastos, a cesta básica de beleza não é tão básica assim", finalizou Flora.

O levantamento ainda trouxe insights sobre ambientes de compras: 60% das mulheres ouvidas afirmaram variar a comprar entre loja física e on-line; 15% dizem comprar principalmente em lojas físicas; 13% só faz compras em lojas físicas; 9% prefere comprar pela internet e 1% efetuam compras exclusivamente pela internet
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 Veículo: Jornal DCI

 

Após análise, lotes do produto Lidostesim 3% são suspensos


4 de maio de 2016

A Anvisa determinou a suspensão da distribuição, comercialização e uso de 18 lotes do  produto Lidostesim 3%  (cloridrato de lidocaína + hemitartarato de norepinefrina). O produto é fabricado pela empresa DLA Pharmaceutical Ltda.

 

Lotes

Fabricação

 Validade

085479H

8/4/2015

8/10/2016

086923H

9/4/2015

9/10/2016

086930H

10/4/2015

10/10/2016

088199H

14/4/2015

14/10/2016

088213H

15/4/2015

15/10/2016

091784H

28/4/2015

28/10/2016

097715H

15/5/2015

15/11/2016

102573H

29/5/2015

29/11/2016

105206H

10/6/2015

10/12/2016

105934H

11/6/2015

11/12/2016

106281H

12/6/2015

12/12/2016

115053H

17/7/2015

17/1/2017

115060H

21/7/2015

21/1/2017

115273H

22/7/2015

22/1/2017

116723H

28/7/2015

28/1/2017

116743H

29/7/2015

29/1/2017

116750H

29/7/2015

29/1/2017



A medida foi tomada após o resultado de análise dos lotes demonstrar que a quantidade de hemitartarato de norepinefrina ficou abaixo do limite mínimo especificado.

A Agência determinou que a empresa promova o recolhimento dos lotes existente no mercado.

A medida está na Resolução RE 1.134/2016, publicada quarta-feira (4/5), no Diário Oficial da União (DOU).

Fonte: ANVISA

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